A bizarra “fotografia” da (inepta, capciosa e perdulária) máquina política governamental…

Um desafio que sequer o imortal Platão explicaria!

(A PARTE I contém informações gentilmente cedidas pelo grande amigo virtual, Victor Ashkenazy [2], CEO da Natun Design and Consulting Ltd., a quem humildemente dedicamos este despretencioso ensaio).

A imagem retrata a capa do meu livro “Ira dos Tempos”, um thriller que reflete fielmente a verdadeira imagem da nossa sociedade humana e sua asquerosa volúpia mesclada com a completa devassidão humana. (***)
(***) – Valor da obra: R$ 30,00 – Contatos: johnny.koffler@gmail.com

PARTE I

S

omos uma sociedade essencialmente miscigenada e, em razão desta característica – associada a vários outros fatores de índole educativo-econômico-social -, são tantas as “raças e classes” que se entrecruzam de há longos 518 anos, que estamos nos aproximando lenta, mas persistentemente, a uma verdadeira Torre de Babel posmoderna.

Em 2017 éramos 209 milhões de habitantes (números arredondados) e, segundo o IBGE, até 2047 deveremos chegar aos 235 milhões, quando então, segundo o referido Instituto em tela, tais números deverão começar a decrescer. Esta larga população espraia-se pela pátria (continental, lembremos) compondo diferenciações estapafúrdias e até criminosas, quando se trata de observarmos a qualidade de vida como parâmetro de comparação: compomos uma sociedade que oscila entre a mais absurda  e criminosa concentração de renda aos mais desumanos e bizarros padrões  de sobrevida em níveis praticamente sub-animalescos gritantes.

No tocante a tais parâmetros, impalatáveis para uma mente medianamente aculturada, há ainda inúmeros outros fatores (qualitativos e quantitativos) que gritam por atenção e correção em regime urgente-urgentíssimo e, saliente-se: de há incontável tempo. Um breve e despretencioso passeio pelo módulo central da mega-metrópole paulistana, já parece ser mais que suficiente para desenhar o cenário restante em que se “acomodam” essas mais de 200 milhões de criaturas ditas humanas. Algo deveras incrível.

Nossa acolhedora nação ostenta outros elementos estatísticos e numéricos que denigrem, em sentido lato, nossa histórica fama de povo  hospitaleiro  e pacífico; “gigante pela própria natureza”; exemplo de  gestão  organizacional; justo, equânime, acolhedor, simpático e alegre como seus afamados festejos ao Rei Momo (mundialmente reconhecidos), sua inigualável qualidade e fama futebolística, sua “[in]justiça social”, etc. Quais elementos seriam esses, desdizendo a questionável “fama”? Vejamos apenas alguns, resumidamente, que consideramos mais pontuais, extraídos de estudos do IBGE [1] , dentre outras fontes dignas de credibilidade:

  1. A partir de 2014 (meados), “o crescimento do produto, da renda e do emprego sofreram um processo de esgotamento e crise”, redundando em aumento dos níveis de desocupação e, dentre suas consequências mais drásticas, a ampliação dos índices de desigualdade social.
  2. Nesse período (2012-2016), nota-se o incremento nos índices de desproteção da população. Em paralelo, os avanços de outros indicadores negativos em relação a: inflação, segurança, educação, infraestrutura citadina e rodoviária (sentido lato), corrupção em amplo termo, desgoverno, criminalidade, insegurança jurídica, descrédito crescente nas instituições públicas governamentais etc.
  3. Um fator digno de destaque – não por qualquer aspecto positivo, mas sim integralmente por seus indicadores negativos – diz respeito ao “inchaço” da máquina pública e sua custosíssima mantença, constituindo-se quiçá no indicador mais grotesco, agressivo e paradoxal, quando em sendo sopesado em relação ao famigerado binômio “custo x benefício” (em que o primeiro elemento – “custo” – é ostensiva e largamente superior ao segundo). Observe-se, neste crítico e específico sentido, a análise escorreita provida pelo estudioso e bom amigo, Victor Ashkenazy [2] (supracitado), verbis:

“A vergonha nacional, matematicamente insustentável. Ainda se representassem o povo e tivessem alguma visão de futuro…

1 Presidente da República 
1 Vice-presidente da República
1 Presidente Câmara federal
1 Presidente Senado Federal 
81 Senadores
513 Deputados federais
27 Governadores 
27 Vice-Governadores 
27 Câmaras estaduais
1.049 Deputados estaduais
5.568 Prefeitos 
5.568 Vice-prefeitos 

5.568 Câmaras municipais
57.931 Vereadores

Total: 70.794 políticos (não estamos falando de nenhum partido de forma específica).

12.825 – Assessores parlamentares Câmara Federal (sem concurso) 
4.455 – Assessores parlamentares Senado (sem concurso) 
27.000 – Assessores parlamentares Câmaras Estaduais (sem concurso – estimado/por falta de transparência)
600.000 – Assessores parlamentares Câmaras Municipais (sem concurso – estimado/por falta de transparência)

Total Geral: 715.074 funcionários não concursados

Gastos em R$… por: …

248 mil por minuto;
14,9 milhões por hora;
357,5 milhões por dia;
10,7 bilhões por mês;

Gasto Total: acima de 128 BILHÕES por ano + 6 BILHÕES do FUNDO PARTIDÁRIO para 2018. Além disso, deve-se computar o rombo na previdência social com suas aposentadorias alienígenas.

35 Partidos registrados no TSE + 73 partidos em formação (!!!) (significa dizer que “partidos” dão “lucros”!!!!!

E o pior, mas muito pior: Governança zero, zero, zero!!!

As perguntas cabíveis diante dessa situação são as seguintes:

– Como é que nós deixamos chegar a esse ponto?

– E até quando?

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PARTE II

Lula da Silva: O mentor e “gênio do mal” deste grotesco cenário.

Duas imagens falam mais do que mil palavras…!

A multidão nas ruas e avenidas em toda a nação são um claro e emblemático sinal do elevado descontentamento e revolta da parcela consciente da nossa castigada pátria!

Se nossa análise pretendesse aprofundar o “affair Lula & petralhas”, certamente que este não seria o lugar adequado para expor, mesmo que em parcos, sumarizados detalhes, uma longuíssima trilha de horrores e crimes continuados de lesa-pátria, solapados pelo capcioso e bastardo manto do  poder e dos conluios  espúrios, torpes e criminosos que vêm sendo  perpetrados ao longo destes últimos quinze fatídicos anos em nossa  castigada pátria – mas que já são reconhecidos como “usos e costumes” em  nações de todo o planeta, a partir do hoje “campo de concentração” em que se transformou a outrora paradisíaca ilha caribenha (Cuba), a partir  da famigerada revolução cubana, nos idos de 1959. Berço atual  do  terrorismo internacional institucionalizado.

Atribuímos esta dificuldade a fatores característicos e tipificadores das asquerosas estratégias dessa politicalha quadrilheira constituída em standard que identifica, indelevelmente, as agremiação comunistas ditas “políticas” (sic), mas que em realidade praticam a mais insana, incoerente, mentirosa e criminosa subversão dos valores mais caros que a humanidade assumiu como os únicos e legítimos parâmetros aceitos na qualidade de inerentes  ao sistema democrático de governança.

A criminosa ideologia-seita marxista-gramscista, elucubrada por mentes enfermas (Marx, Gramsci et caterva), animalescas, irracionais, calcadas no suporte garantido pela gigantesca e potente ex-URSS (hoje conhecida como Federação Russa) – a maior e mais criminosa ameaça à estabilidade do planeta -, tem sido insuportável em suas asquerosas estratégias que visam dominar o planeta, submetendo-o integralmente aos seus tresloucados e insanos planos de hegemonia planetária. Todavia, apesar de até aqui insuperáveis, os sólidos bastiões que sustentam a democracia cidadã – único sistema ainda incólume e saudável para a preservação das espécies – começam a emitir sinais de fragilidade e de esgotamento, desgastados que parecem estar pela insistente e fustigante agressão dessa asquerosa seita essencialmente destrutiva.

A esse processo de fragilização dos fundamentos democráticos, erguem-se como nefastos colaboradores alguns fatores que vêm paulatina e insistentemente corroendo suas bases até então sólidas, a saber:

  • A flagrante, ostensiva e elucubrada estratégia de empobrecimento  dos padrões educativos, já a partir dos primeiros anos escolares. 
  • A continuada (e nem sempre ostensiva) doutrinação  ideológica  em sentido lato.
  • A massificação silenciosa de conceitos, teorías, princípios, axiomas que, subrepticiamente, conduzem à assimilação de ensinamentos  indesejados e até incompreensíveis às mentes menos intelectualizadas.
  • O uso de subterfúgios criminosos num asqueroso sistema de troca de interesses que, na prática, constituem-se em porta de entrada, para a ideologização dos incautos aprendizes… Dentre outros fatores não menos relevantes, mas que descabe mencionar neste sumariado ensaio.

A questão toda se resume, em tese, à constante e insistente deseducação do indivíduo fragilizado por uma sistemática e massificante idiotização cujo escopo é torna-lo uma verdadeira marionete sub-humanaAssim é em Cuba (pós-revolução castrista e castradora), Equador, El Salvador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua, Uruguai, Chile, larga parte da Argentina, partes de Colômbia e, a partir de 2003, em nossa própria pátria Brasil, com a ascensão dos governos comunistas, a começar pelo do intragável e asqueroso presidiário, Lula da Silva et caterva!

Saliente-se, por derradeiro, que, segundo minha crítica visão e longa experiência (mais de meio século e em várias nações do planeta), a questão central (falsamente ideológica e, portanto, verdadeira “cortina de fumaça”) reside no próprio cerne do ser humano, remetendo tal impasse, assim, a um difuso e nebuloso limbo ao qual ainda não possuímos acesso e que portanto – e “pelo vagaroso andar da carruagem” – demandará expressivo  lapso temporal  para que alcancemos tal desiderato.

Enganam-se aqueles auspiciosos e sonhadores “filósofos da pós-modernidade”, para quem “já avançamos o bastante para merecermos um novo porvir”! Não nos encontramos sequer a anos-luz próximos deste tão almejado e remotíssimo desiderato. Simplesmente porque somos uma espécie acostumada a retroceder, a involuir, como se a buscar, desesperadamente nossas longínquas e primitivas origens.

(J.Koffler, 1976).

*

FONTES

[1] IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101459.pdf. Acesso em: Janeiro/2019.

[2] Victor Ashkenazy. Dados recebidos por mensagem eletrônica.

[3] KOFFLER, J. O homem: esse projeto mal-acabado. Tese de doutoramento. 1976.


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