O bizarro circo do “atentado” à comitiva do intragável “cacique petralha”…

Para começo de conversaSão tão escancarados os indícios de fraude em tal notícia-reportagem que chegam a ser risíveis, ou melhor, tragicômicos; tal a ânsia desvairada desse indivíduo intragável, manipulador, egôlatra, incompetente, capcioso e seu bando de seguidores-zumbis, em fazer desse episódio incongruente o seu “cavalo de Tróia” junto àquela parcela desavisada da sociedade que, paradoxalmente, ainda crê em seus contos, promesas e mentiras deslavadas.

Primeiro que tudo, convenhamos que: (a) se houvesse o atentado, certamente que não seria apenas “de brincadeirinha”, mas para valer, com intuito de causar estrago palpável, o que definitivamente não ocorreu; (b) os orifícios de balas deixam claro que foram projéteis de baixo calibre e efetuados desde uma posição lateral à dos autobuses; e (c) se efetivamente houvesse a intenção de ferir, os disparos teriam de ser à altura das janelas e não do chassi dos autobuses.

De certa maneira, o principal objetivo (nada oculto) dos marquetólogos e estrategistas de plantão que assessoram esse senhor e sua equipe, foi alcançado: a mídia nacional dedicou-lhe (e assim segue fazendo-o) largo e continuado espaço de merchandising gratuito e bombástico. Mais: o indivíduo ora em foco já deixou mais que cristalino que não pretende abrir mão tão facilmente da disputa pela cadeira-mor da República, embora seus assessores jurisconsultos saibam muito bem que dificilmente se livrará do seu lugar de merecimento, i.e., o “xilindró”. Condenado que está em duas instâncias de jurisdição, só permanece livre em razão da manipulação espúria, torpe, asquerosa e apátrida da nossa mais alta Corte, vergonhosamente conluiada com esse senhor – embora aquela já se encontre, ostensivamente, no olho de um violento furacão que poderá simplesmente desintegrá-la -. Para tanto, basta apenas lembrar que seu ex-advogado de defesa (e de confiança) e também ex-advogado do PT, Dias Toffoli, é também ministro de dita Corte (nomeado por Lula, saliente-se), configurando-se um bizarro conflito de interesses que já teria sido mais que suficiente, em qualquer nação decente e ética, para barrar sua indicação a tão alto posto do Judiciário. Aliás, não apenas dito conflito, como também – e principalmente – o frágil currículo de Toffoli, nunca autorizaria sua nomeação para essa Corte.

Mutatis mutandi, resta cristalina a desestruturação capciosa (às raias do criminosa) do nosso Judiciário e, mais ainda, da nossa castigada pátria, a partir do trágico advento da assunção de Lula à cadeira-mor da nação, nos idos de 2003 até 2011, período conturbado durante o qual o PT e seus partidos conluiados conseguiram instalar um estado total de anarquia que derivou nesse desastre que é hoje nossa pátria, exigindo em regime urgente-urgentíssimo que seja integralmente passada a limposaneando-a mediante um processo de expurgo amplo e profundo, para então – e só então – podermos novamente sonhar com o Brasil que tanto amamos e que nos foi criminosamente expropriado por essa “quadrilha” que se instalou no poder, em sentido lato, há longos, sofridos e deprimentes quinze anos!

Com total força de vontade, com a raça que nos é peculiar e com o espírito de luta que nos distingue de outros povos, temos absoluta certeza de que iremos enterrar em pouco tempo os tormentosos anos pelos quais passamos, reerguendo-nos sobre as nefastas experiências pelas quais passamos e sobre as quais reconstruiremos nossa grande nação!

Podem vir! Por nós, não passarão!

Juan Koffler

 

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